De volta ao jogo
A coluna ABC Político - uma das mais lidas do jornal nestes 35 anos de história - está de volta à edição impressa e ao site. Em um ano decisivo para a democracia, vamos acompanhar de perto e com imparcialidade os bastidores da política regional rumo ao pleito municipal de 6 de outubro.
Fora do jogo
O ex-prefeito de São Caetano, José Auricchio Jr., avisou que não deve disputar nenhum cargo nas eleições deste ano. O foco será total na articulação pela reeleição do filho, o deputado estadual Thiago Auricchio.
Na base
Thiago Auricchio vem fortalecendo suas bases na região. Em São Bernardo, Marcelo Lima já sinalizou apoio à sua candidatura. Quem também deve embarcar é o prefeito de Ribeirão Pires, Guto Volpi.
Parceria
Líder de Governo em São Caetano, o vereador César Oliva foi peça-chave na entrega do projeto que cria o Fundo Municipal da Pessoa com Deficiência. A proposta, enviada pelo prefeito Tite Campanella, será votada em regime de urgência. Oliva articulou a proposta com Executivo, Promotoria e Conselho Municipal. “É um compromisso com a inclusão”, afirmou o parlamentar.
Brasília na agenda
O prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira, esteve em Brasília na quarta-feira (04/02) em encontro da FNP com o presidente da Câmara, Hugo Motta. Representando a entidade como vice de Precatórios, defendeu pautas que impactam os municípios.
Transporte em pauta
Entre os temas discutidos, destaque para o Marco Legal do Transporte Coletivo. Gilvan cobrou urgência na aprovação. “Os municípios são a ponta onde as políticas públicas acontecem”, disse o prefeito.
Proteção institucional
O prefeito Marcelo Lima sancionou e colocou em vigor a lei que endurece a resposta do município contra agressões a profissionais da saúde em São Bernardo do Campo. A medida estabelece multa municipal para quem atacar verbal ou fisicamente servidores da área, sem excluir a responsabilização criminal. A sanção reforça o posicionamento político da gestão em defesa de quem atua diariamente na linha de frente do atendimento à população.
A iniciativa dialoga com uma demanda antiga dos trabalhadores da saúde e sinaliza que o Executivo não pretende relativizar episódios de violência em equipamentos públicos. Ao transformar o tema em política pública, a Prefeitura assume o papel de garantidora do respeito institucional dentro das unidades de atendimento.
Mais que multa
Além do aspecto punitivo, a nova lei carrega um recado político claro da gestão Marcelo Lima. A primeira agressão pode gerar multa de três salários mínimos, chegando a R$ 10 mil em caso de reincidência, com recursos destinados ao Fundo Municipal de Saúde. Mas, nos bastidores, a expectativa não é arrecadatória. O discurso adotado pelo governo é pedagógico: o ideal é que nenhuma penalidade precise ser aplicada. O simples fato de a norma existir já cumpre o papel de inibir abusos e reafirmar que, em São Bernardo, agressões a profissionais da saúde não serão tratadas como fatos corriqueiros - nem passarão sem resposta.
Digital em alta
O deputado estadual Luiz Fernando (PT) comemorou o alcance de 60 mil seguidores no Instagram. Aproveitou para reforçar sua bandeira: “Vamos continuar trabalhando por um estado de São Paulo muito melhor e uma sociedade mais justa”.
